Bom, todos já sabemos que o Jamie Cullum é o metro e meio mais talentoso da música mundial. Sim ele é. Queiram vocês ou não. Eu sei que esse blog não é bem lido, afinal ninguém conhece. Mas eu preciso falar. Me deixa falar então.
Uma cronista escreveu sobre o tal do meio metro. Blá, blá, elogios prá lá, elogios prá cá, a moça tece alguns comentários sobre como conheceu e gostou do Cullum (ela trata ele assim, sem o Jamie). Mesmo não conhecendo muito ele, começou a ler e ver sobre o cara. Então, o Cullum é mesmo apaixonante, tanto é que ela também se apaixonou por ele. Pela maneira como ele sai da mesmice e investe em músicas e apresentações inusitadas, afinal ele passeia pela platéia, pula, grita, usa tênis e cabelo bagunçado num modelito que qualquer pessoa pode encontrar num HM da vida. Ou mesmo na C&A. Logo, distante de toda aquela atmosfera cultuada do jazz, ao Jamie só resta uma coisa: tocar e cantar.
Mas, antes que eu perca o foco, a moça sobre a qual eu estou comentando disse que correu devorar os dois cds do cantor. Engano, são três. Quase quatro. E não tem desculpa de dizer que o último não havia sido lançado ainda, pois ela comprou o primeiro e o terceiro. Faltou um moça, um dos melhores o Pointless Nostalgic. Seguindo, ela comenta (eu sei que foi apenas uma conotação, não sou burro) que o rapaz do jazz não demonstra nenhum respeito pelo instrumento. Pausa.
Ele bate no piano, sobe em cima e toca como se fosse uma "Aristogata" (lembrando desenho da Disney - elas sobem no piano pra tocar). Por mais que o comentário tenha sido muito favorável, permita-me dizer: ele respeita tanto que tira o piano todos os sons que o instrumento clássico, pomposo e intocável pode oferecer. Ele batuca no piano. Ele dedilha nas "cordas"do piano como se fosse um violão e ainda sobe nele pra sapatear. Ou seja, com o piano (ator quase principal do show) ele canta, dança e representa. Completo. Isso sem um arranhão. E ele leva a sério a idéia de "destruir o piano". Sim ele destrói, musicalmente. Pois com certeza, ao final de cada a apresentação, o piano de Cullum agradece: obrigado Mr. Cullum por me usar por inteiro. Depois disso, Cullum, cansado de andar e pular pela platéia, e o piano, surrado pelas notas e batuques do companheiro, sentam e conversam. E tocam.
Antes de mais nada, a moça escreve bem (quem sou eu pra dizer que não).
Acontece que eu ando cansado de ler comentários com gosto de chuchu.
Um limãozinho sempre cai bem.
E o novo cd do Cullum chega "às bancas e melhores casas do ramo" (alguém ainda usa essas palavras, acreditem) em novembro e chama-se "The Pursuit".
These are the days that i've been missing.
Give me the taste, give me the joy of summer wine.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Achei!
Fuçando pela internet, fui atrás de uma cantora que eu adoro: Janne Schra (Schradinova), faz parte do grupo holandês Room Eleven. Além de descobrir algumas novidades sobre o trabalho dela, novas músicas solos, dentre outras coisas, achei um site incrível de música indie.
www.daytrotter.com Enjoy!
É tanta coisa que dá pra se perder, não tem como ouvir e ver tudo em menos de dois anos acho.
Eu caí matando, já ouvi muita coisa boa, muita coisa chata e muita coisa ruim.
É isso.
www.daytrotter.com Enjoy!
É tanta coisa que dá pra se perder, não tem como ouvir e ver tudo em menos de dois anos acho.
Eu caí matando, já ouvi muita coisa boa, muita coisa chata e muita coisa ruim.
É isso.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Kalu, já que tanto insistiu para que eu tivesse um blog: o que é que se escreve num blog? aqui eu posso pelo menos escrever mais de 140 caracteres, já que não é um "microblog"? mas quem é que vai ler as besteiras que eu vou escrever? e será que eu posso escrever tudo o que eu quiser?
Em tempo, eu odeio a febre do "o que vc está fazendo agora?". Eu não perguntei, não quero saber. Logo, não vou escrever o que eu estou fazendo, fiz ou vou fazer da vida.
Este espaço não serve também para falar comigo mesmo. Eu faço isso o dia todo, não preciso deste espaço para isso. Diga, você, mulher do cabelo vermelho, as pessoas escrevem para elas mesmas lerem? qual o objetivo de escrever algo se ninguém vai ler? A não ser que eu crie mais alguns heterônimos para que eles possam "me ler" e fazer, inclusive comentários sobre os meus posts.
Pois bem, neste espaço não tem espaço para devaneios sobre a vida, frases bonitas e choradeira sobre o que passou ou o que deveria vir e não veio. Ou então sobre aquilo que se quer que venha e não virá, não adianta. Não insista amiga cabelos cor de groselha, não encontrarei meu "eu" nestas palavras.
O rei do blá blá blá vira hoje o Rapaz de Bem. Não que eu seja exatamente um rapaz de bem ou então aquele escrito pelo Jhonny Alf e cantado pela Narinha (ela tinha que influenciar nisso também). Mas eu estava escutando a música "Rapaz de Bem" na voz dela no momento que pensei "hoje vou abrir meu blog"; no que o google me perguntou o nome do blog. "você bem sabe eu sou rapaz de bem, a minha onda é do vai e vem."
Agora que você pediu, moça do nome comprido demais para falar inteiro sem constrangimentos, aguente.
E diga-me afinal: O que se escreve num blog como este?
Em tempo, eu odeio a febre do "o que vc está fazendo agora?". Eu não perguntei, não quero saber. Logo, não vou escrever o que eu estou fazendo, fiz ou vou fazer da vida.
Este espaço não serve também para falar comigo mesmo. Eu faço isso o dia todo, não preciso deste espaço para isso. Diga, você, mulher do cabelo vermelho, as pessoas escrevem para elas mesmas lerem? qual o objetivo de escrever algo se ninguém vai ler? A não ser que eu crie mais alguns heterônimos para que eles possam "me ler" e fazer, inclusive comentários sobre os meus posts.
Pois bem, neste espaço não tem espaço para devaneios sobre a vida, frases bonitas e choradeira sobre o que passou ou o que deveria vir e não veio. Ou então sobre aquilo que se quer que venha e não virá, não adianta. Não insista amiga cabelos cor de groselha, não encontrarei meu "eu" nestas palavras.
O rei do blá blá blá vira hoje o Rapaz de Bem. Não que eu seja exatamente um rapaz de bem ou então aquele escrito pelo Jhonny Alf e cantado pela Narinha (ela tinha que influenciar nisso também). Mas eu estava escutando a música "Rapaz de Bem" na voz dela no momento que pensei "hoje vou abrir meu blog"; no que o google me perguntou o nome do blog. "você bem sabe eu sou rapaz de bem, a minha onda é do vai e vem."
Agora que você pediu, moça do nome comprido demais para falar inteiro sem constrangimentos, aguente.
E diga-me afinal: O que se escreve num blog como este?
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